O papel da higienização das mãos na segurança do paciente: revisão integrativa

Categoria: Ciências da Saúde Subcategoria: Enfermagem

Este artigo foi disponibilizado diretamente pelo autor e ainda não passou por revisão editorial.

Submissão: 19/05/2026

Autores

Geovana Laryssa e Silva Almeida, Luis Felipe Costa Silva, Raquel de Oliveira Silva, Rayelle Santos Araújo, Rayna Laiany Soares Pereira, Victor Hugo Araujo de Souza, Vitória Regina Cantanhede Lima.

Curriculo do autor: Acadêmica de Enfermagem. Orientador(a): Prof.ª Me. Claudionete Abreu Costa

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Resumo

Introdução: A higienização das mãos constitui a medida mais eficaz e de menor custo para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), sendo reconhecida como intervenção prioritária pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no contexto da segurança do paciente. Apesar de seu comprovado impacto na redução de eventos adversos, as taxas de adesão por parte dos profissionais de saúde permanecem aquém do desejável em todo o mundo. Objetivo: analisar o papel da higienização das mãos na segurança do paciente, identificando os fatores que influenciam a adesão dos profissionais de saúde à prática e as estratégias utilizadas para sua promoção. Materiais e Métodos: trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com seleção de artigos publicados em língua portuguesa e inglesa entre os anos de 2013 e 2024, nas bases de dados SciELO, LILACS, BVS, PubMed e Google Acadêmico. Foram incluídos estudos que abordassem a higienização das mãos sob a perspectiva da prevenção de IRAS, adesão profissional e segurança do paciente. Após triagem e leitura integral, foram selecionados dez artigos que atenderam aos critérios estabelecidos. Resultados e Discussão: os estudos analisados evidenciam que, embora os profissionais de saúde demonstrem conhecimento satisfatório sobre a técnica preconizada pela OMS, a adesão à prática na rotina assistencial permanece insuficiente, variando entre 28% e 60% nas diferentes categorias profissionais. Os principais fatores associados à baixa adesão incluem sobrecarga de trabalho, infraestrutura inadequada, ausência de supervisão efetiva e aspecto

Palavras-Chave

Higienização das mãos; Segurança do paciente; Infecção relacionada à assistência à saúde; Adesão profissional; Enfermagem.

Abstract

Introduction: Hand hygiene is the most effective and lowest-cost measure for preventing healthcare-associated infections (HAIs), recognized as a priority intervention by the World Health Organization (WHO) in the context of patient safety. Despite its proven impact on reducing adverse events, adherence rates among healthcare professionals remain below desired levels worldwide. Objective: to analyze the role of hand hygiene in patient safety, identifying factors that influence healthcare professionals' adherence to the practice and strategies used to promote it. Materials and Methods: this is an integrative literature review, with selection of articles published in Portuguese and English between 2013 and 2024, in the SciELO, LILACS, BVS, PubMed and Google Scholar databases. Studies addressing hand hygiene from the perspective of HAI prevention, professional adherence, and patient safety were included. After screening and full-text reading, ten articles meeting the established criteria were selected. Results and Discussion: the analyzed studies show that, although healthcare professionals demonstrate satisfactory knowledge of the WHO-recommended technique, adherence to the practice in daily care routines remains insufficient, ranging from 28% to 60% across different professional categories. The main factors associated with low adherence include work overload, inadequate infrastructure, lack of effective supervision, and behavioral and cultural aspects. Conclusion: Hand hygiene is recognized as a fundamental pillar of patient safety, and its effectiveness depends on articulate

Keywords

Hand hygiene; Patient safety; Healthcare-associated infections; Professional adherence; Nursing.

1 INTRODUÇÃO

A segurança do paciente constitui uma das dimensões fundamentais da qualidade em saúde, sendo definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a redução, ao mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à assistência à saúde. Nesse contexto, as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) representam um dos eventos adversos mais prevalentes e evitáveis no ambiente hospitalar, configurando um grave problema de saúde pública tanto no Brasil quanto em nível global. A higienização das mãos (HM) é reconhecida, de forma unânime pela literatura científica e pelos órgãos reguladores, como a medida isolada mais eficaz para a prevenção da transmissão de microrganismos e para a redução das IRAS, sendo considerada o alicerce de qualquer programa de segurança do paciente (OMS, 2009).

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, as mãos dos profissionais de saúde constituem o principal veículo de transmissão de patógenos nos serviços de saúde, podendo transferir microrganismos de um paciente a outro, de superfícies contaminadas ao paciente e vice-versa. A OMS, por meio de sua campanha global de segurança denominada “Cuidado Limpo é Cuidado Mais Seguro”, estabeleceu cinco momentos essenciais para a HM antes de tocar o paciente, antes de realizar procedimento limpo ou asséptico, após risco de exposição a fluidos corporais, após tocar o paciente e após tocar superfícies próximas ao paciente, criando um referencial padronizado para orientar a prática dos profissionais de saúde em todo o mundo (ANVISA, 2009).

No Brasil, essas diretrizes foram incorporadas ao Protocolo Nacional de Higiene das Mãos publicado em 2013, elaborado conjuntamente pelo Ministério da Saúde, pela ANVISA e pela Fiocruz. Apesar de seu reconhecido impacto preventivo e da simplicidade relativa do procedimento, a adesão à higienização das mãos permanece aquém do recomendado em serviços de saúde de todo o mundo. Estudos observacionais realizados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) no Brasil identificaram taxas de adesão tão baixas quanto 28,6%, evidenciando uma discrepância significativa entre o conhecimento teórico dos profissionais e sua conduta prática (Bathke et al., 2013).

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O enfermeiro ocupa posição estratégica na promoção da HM no ambiente hospitalar, tanto pelo papel assistencial direto quanto pela função educativa e de liderança junto à equipe multidisciplinar. Segundo Belela-Anacleto, Peterlini e Pedreira (2017), a responsabilidade profissional pelo não cumprimento das práticas de HM envolve dimensões éticas relevantes, uma vez que a omissão dessa prática contribui diretamente para a ocorrência de danos evitáveis ao paciente. A lógica hipocrática do “não causar dano” é colocada em xeque quando um profissional qualificado, ciente das consequências, omite uma prática tão simples e fundamental.

O presente estudo tem como objetivo analisar o papel da higienização das mãos na segurança do paciente, identificando os fatores que influenciam a adesão dos profissionais de saúde à prática e as estratégias utilizadas para sua promoção. A justificativa para este trabalho reside na persistência das baixas taxas de adesão e na necessidade de aprofundar o entendimento sobre as barreiras e facilitadores que permeiam essa prática fundamental. Conforme apontado pelo Ministério da Saúde (Brasil, 2013), a consolidação de uma cultura de HM nos serviços de saúde depende de intervenções sistematizadas e contínuas que articulem educação, infraestrutura, monitoramento e comprometimento institucional.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com abordagem qualitativa, voltada para a análise do papel da higienização das mãos na segurança do paciente. A revisão integrativa é um método que possibilita a síntese e a análise do conhecimento científico produzido sobre determinado tema, permitindo a incorporação dos resultados de estudos relevantes na prática clínica e na formulação de políticas institucionais. Esse tipo de revisão se destaca por incluir estudos com diferentes delineamentos metodológicos, ampliando a abrangência da análise. A questão norteadora que orientou a seleção dos estudos foi: Qual é o papel da higienização das mãos na segurança do paciente, quais fatores influenciam a adesão dos profissionais e quais estratégias têm se mostrado eficazes para sua promoção nos serviços de saúde?

A busca dos estudos foi realizada nas bases de dados Scielo, LILACS, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed, com os descritores controlados combinados pelo

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operador booleano AND: “higienização das mãos” DE“segurança do paciente”; “higiene das mãos” AND “infecção hospitalar”; “hand hygiene” AND “patient safety”. O recorte temporal abrangeu publicações entre 2013 e 2024, priorizando estudos de contexto brasileiro ou com aplicabilidade direta ao cenário nacional.

Foram incluídos artigos originais e de revisão completos, disponíveis em língua portuguesa ou inglesa, que abordassem a HM sob a perspectiva da prevenção de IRAS, adesão profissional, barreiras à prática e estratégias de promoção. Foram excluídos editoriais, cartas ao leitor, resumos de eventos científicos, estudos que não respondessem diretamente à questão norteadora e artigos duplicados nas bases de dados consultadas.

O processo de seleção dos artigos ocorreu em três etapas sequenciais: leitura dos títulos, leitura dos resumos e leitura integral dos textos. A triagem foi realizada por dois revisores de forma independente, sendo as eventuais divergências resolvidas por consenso. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados dez estudos para compor o corpus desta revisão. Os dados extraídos foram organizados em uma planilha contendo: autor e ano de publicação, título do artigo, objetivo do estudo, metodologia empregada, principais resultados e conclusões. A análise dos dados foi realizada por síntese narrativa e temática, agrupando os achados em categorias de análise como adesão profissional, barreiras à prática, estratégias de promoção e impacto na segurança do paciente, permitindo uma visão abrangente sobre o estado atual do conhecimento acerca do tema no contexto brasileiro.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Após a busca eletrônica e a aplicação dos critérios de seleção, foram identificados dez artigos científicos publicados entre 2013 e 2024 que atenderam aos critérios estabelecidos. Os estudos selecionados são apresentados na Tabela 1, organizada com informações sobre autor e ano, título, objetivo e principais resultados. A análise do corpus evidenciou três categorias temáticas centrais: taxas de adesão e o paradoxo conhecimento-prática; fatores que dificultam a adesão; e estratégias eficazes de promoção da higienização das mãos.

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Tabela 1 – Artigos utilizados para a construção do corpus da pesquisa

Autor(es) e Ano

Título do Artigo

Objetivo

Principais Resultados

Bathke et al. (2013)

Infraestrutura e

adesão à

higienização das

mãos: desafios à

segurança do

paciente

Avaliar

infraestrutura de

HM e adesão em UTI de adultos

Adesão de 28,6% em 1.277 oportunidades; infraestrutura deficiente; profissionais

superestimam sua própria adesão

Belela-Anacl eto, Peterlini e Pedreira

(2017)

Higienização das

mãos como prática de cuidado: reflexão sobre a

responsabilidade

profissional

Refletir sobre

responsabilidade

ética e profissional na adesão à HM

Baixa adesão configura

omissão de cuidado com repercussões éticas diretas para a segurança do paciente

Santos et al. (2019)

Alvim, Couto e Gazzinelli (2020)

Estratégias para a

adesão à

higienização das

mãos

Qualidade dos

programas de

controle de infecção hospitalar: revisão integrativa

Identificar

estratégias de

organizações de

saúde para

promover adesão à HM

Analisar qualidade dos programas de controle de IRAS em relação a

estrutura, processo e resultado

Recursos multimodais e a abordagem ‘Cinco Momentos’ da OMS foram as estratégias mais empregadas e eficazes

HM é componente central dos programas eficazes;

inconsistências no

cumprimento de diretrizes comprometem resultados

Ohl et al.

(2022)

Determinantes da

higienização das

mãos de cuidadores informais em

ambiente hospitalar

Analisar

determinantes da HM de cuidadores informais no

Nordeste do Brasil

Barreiras incluem

desconhecimento e

esquecimento; treinamento e reforço positivo são

indispensáveis para mudança de comportamento

Alvim et al. (2023)

Adesão e barreiras à prática de

higienização das

mãos entre

profissionais na

pandemia de

COVID-19

Identificar motivos de adesão e

barreiras à HM

durante a pandemia de COVID-19

Barreiras organizacionais e comportamentais persistiram mesmo durante a pandemia; fiscalização insuficiente foi fator crítico

Costa (2023)

A cultura de

segurança do

Identificar

conhecimento da

HM obteve maior percentual de acerto (93,3%); porém, há

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Autor(es) e Ano

Título do Artigo

Objetivo

Principais Resultados

 

paciente na

perspectiva da equipe de enfermagem

equipe de

enfermagem sobre segurança do

paciente e eventos adversos

lacuna entre conhecimento teórico e prática assistencial diária

Santos et al. (2023)

Botene

(2014)

ANVISA

(2024)

Dificuldades

encontradas para a adesão à

higienização das

mãos em hospital

referência em

infectologia

Profissionais de

saúde e higienização das mãos: questão de segurança do

paciente pediátrico

Nota Técnica

GVIMS/GGTES/DI RE3/ANVISA nº

05/2024: orientações para HM em serviços de saúde

Pontuar dificuldades na adesão à HM e avaliar consumo de germicidas

Analisar como a

formação acadêmica sobre HM contribui para a segurança do paciente pediátrico

Atualizar

recomendações para a prática de HM nos serviços de saúde brasileiros

Baixa adesão aos cinco

momentos; aumento do

consumo de germicidas após ações educativas; sobrecarga e déficit estrutural como

barreiras

Formação contribui de forma pouco efetiva para a cultura de segurança; abordagem transversal e contínua é

recomendada

Reforça os cinco momentos e técnicas corretas; recomenda infraestrutura adequada e programas sistemáticos de monitoramento

Fonte: Elaborado pelos autores (2026).

A análise dos estudos selecionados evidencia que a higienização das mãos ocupa posição central nas estratégias de segurança do paciente, sendo unanimemente reconhecida como a medida preventiva mais acessível e eficaz contra as IRAS. Os achados de Bathke et al. (2013) e Costa (2023) demonstram a existência de um paradoxo relevante: embora os profissionais de saúde apresentem elevado conhecimento teórico sobre a técnica de HM com índice de acerto de 93,3% em questionários sobre segurança do paciente, a adesão observada na prática assistencial permanece significativamente baixa.

Os estudos analisados identificaram múltiplos fatores que comprometem a adesão à HM nos serviços de saúde. Santos et al. (2023) e Bathke et al. (2013) destacam que a infraestrutura inadequada, incluindo a ausência ou mau funcionamento de dispensadores de

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álcool em gel e pias nos pontos de assistência constitui uma barreira estrutural crítica. Além disso, a sobrecarga de trabalho das equipes, a insuficiência de supervisão pelos líderes, a presença mínima de profissionais de controle de infecção nos setores assistenciais e a ausência de cultura organizacional voltada à segurança aparecem como determinantes importantes da baixa adesão. Alvim et al. (2023) acrescentam que, mesmo no contexto da pandemia de COVID-19, quando a consciência sobre o risco de transmissão estava amplificada, persistiram barreiras comportamentais e organizacionais que limitaram a adesão plena à prática, demonstrando o caráter estrutural do problema.

Outro aspecto relevante identificado diz respeito ao papel da formação acadêmica na construção de uma cultura de segurança do paciente. Botene (2014) observou que a abordagem da HM nos currículos de graduação em saúde é frequentemente tratada de forma pontual e pouco significativa, não favorecendo a introjeção da prática como elemento constituinte da identidade profissional. Ohl et al. (2022) reforçam, ao analisar cuidadores informais no contexto de um hospital universitário do Nordeste do Brasil, que o treinamento contínuo e o reforço positivo da prática são indispensáveis mesmo para não profissionais, revelando que a educação em HM precisa alcançar todos os atores envolvidos no cuidado, independentemente de sua categoria.

A Nota Técnica da ANVISA (2024) e os estudos de Santos et al. (2019) convergem ao apontar a estratégia multimodal da OMS como a abordagem mais eficaz para aumentar as taxas de adesão à HM. Essa estratégia articula cinco componentes interdependentes: mudança do sistema (garantia de infraestrutura), educação e treinamento, avaliação e retorno de informação aos profissionais, lembretes no local de trabalho e clima de segurança institucional. Segundo Alvim, Couto e Gazzinelli (2020), os programas de controle de IRAS que incorporam esse modelo multimodal apresentam resultados consistentemente superiores, demonstrando que a promoção da HM exige intervenções sistêmicas e não apenas ações isoladas de sensibilização.

Por fim, os estudos analisados revelam que a segurança do paciente e a cultura institucional estão intrinsecamente relacionadas à prática da HM. Belela-Anacleto, Peterlini e Pedreira (2017) argumentam que a não adesão à HM representa não apenas uma falha técnica,

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mas uma omissão com repercussões éticas diretas, uma vez que o profissional que não higieniza as mãos coloca o paciente em risco evitável.

4 CONCLUSÃO

A análise da literatura selecionada confirmou que a higienização das mãos representa o pilar mais fundamental da segurança do paciente nos serviços de saúde, sendo reconhecida como a intervenção preventiva de maior impacto na redução das infecções relacionadas à assistência à saúde. Os estudos demonstraram, contudo, que a efetividade da HM depende muito mais do que da simples disponibilidade de produtos e do conhecimento técnico dos profissionais. Ela exige a construção de uma cultura organizacional comprometida com a segurança, o monitoramento sistemático das práticas e a atuação contínua de lideranças engajadas com a qualidade do cuidado.

Os fatores que comprometem a adesão à HM são multidimensionais, envolvendo aspectos estruturais, organizacionais, comportamentais e formativos. Evidenciou-se que a formação acadêmica ainda aborda o tema de forma insuficiente para promover a internalização da prática como valor profissional intrínseco. Por outro lado, as estratégias de promoção baseadas no modelo multimodal da OMS demonstraram resultados positivos e consistentes, reforçando a importância de intervenções que articulem educação continuada, infraestrutura adequada, supervisão ativa e retorno informacional aos profissionais.

Conclui-se que a consolidação da higienização das mãos como prática efetiva e universal nos serviços de saúde exige esforço coletivo, institucional e político. É necessário investir na formação de profissionais desde a graduação, ampliar a infraestrutura nos pontos de cuidado, implementar programas de monitoramento com indicadores transparentes e fortalecer a cultura de segurança em todos os níveis da organização de saúde. Apenas com essa abordagem integrada será possível transformar o conhecimento amplamente difundido sobre a HM em prática cotidiana consistente, reduzindo de forma efetiva os danos evitáveis e promovendo a qualidade e a segurança do cuidado prestado ao paciente.

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REFERÊNCIAS

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Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

ALMEIDA, Geovana Laryssa e Silva. O papel da higienização das mãos na segurança do paciente: revisão integrativa. Disponível em: https://revistadifatto.com.br/artigos/o-papel-da-higienizacao-das-maos-na-seguranca-do-paciente-revisao-integrativa/. Acesso em: 20/05/2026.