Metodologia ativa: Instrução entre Pares ou Peer Instruction

Categoria: Ciências Sociais Aplicadas Subcategoria: Educação

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Revisor: C.E.R. em 2026-01-06 11:30:08

Submissão: 28/12/2025

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Wesley Barbosa Rodrigues

Curriculo do autor: • Engenharia Elétrica [UNIEST]; • Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho [FACAM]; • Complementação Pedagógica em Matemática [ Multivix]; • Licenciatura em Física [IFES]; • Ciências Econômicas [UNICSUL]; • Ciências da Computação [FMU]; • Ciências Contabeis [UniFatecie]; • Mestrado em Tecnologias Emergentes em Educação [Must University]

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Resumo

Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre a metodologia Peer Instruction (Instrução entre Pares), fundamentada nas Teorias e Práticas de Aprendizagem Ativa. Desenvolvida pelo professor Eric Mazur na década de 1990, essa abordagem promove a interação entre discentes para aprimorar a cognição e fortalecer relações interpessoais através da discussão coletiva e resolução de problemas. Ao propor uma mudança nos papéis tradicionais de professor e aluno, a metodologia estimula habilidades de comunicação e trabalho em equipe, mostrando-se eficaz tanto no ensino presencial quanto no online. Estruturado entre introdução, revisão teórica e estratégias de implementação, o documento destaca como a aprendizagem colaborativa proporciona uma compreensão mais profunda e significativa dos conteúdos, tornando o estudante o protagonista de seu desenvolvimento acadêmico e enriquecendo a dinâmica educacional.

Palavras-Chave

Peer Instruction. Aprendizagem Ativa. Ensino Superior. Interação entre Pares. Tecnologia na Educação.

Abstract

This paper presents a literature review on the Peer Instruction methodology, grounded in the theories and practices of Active Learning. Developed by Professor Eric Mazur in the 1990s, this approach promotes interaction among students to enhance cognition and strengthen interpersonal relationships through collective discussion and problem-solving. By proposing a shift in the traditional roles of teacher and student, the methodology fosters communication and teamwork skills, proving effective in both face-to-face and online environments. Structured with an introduction, theoretical review, and implementation strategies, the document highlights how collaborative learning provides a deeper and more meaningful understanding of the content, making the student the protagonist of their academic development and enriching the educational dynamics.

Keywords

Peer Instruction; Active Learning; Higher Education; Peer Interaction; Educational Technology.

1 Introdução

Este paper teve como metodologia a revisão bibliográfica realizada a partir do referencial teórico abordado na disciplina Teoria e Práticas de Aprendizagem Ativa, selecionado em consonância com as discussões sobre o contexto do tema Peer Instruction que se trata sobre a metodologia ativa Instrução entre pares.

A metodologia do “Peer Instruction” promove a discussão entre alunos para melhor domínio dos conceitos visa aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos estudantes através da interação entre eles. (Mazur, Somer, 1997, como citado em Chicon et al, Buesa, 2023a)

Nesse método, os discentes são encorajados a discutir, compartilhar conhecimentos e dispor os obstáculos juntos, o que contribui para uma aprendizagem mais significativa e para o fortalecimento das relações interpessoais na sala de aula.

As estratégias educacionais ativas consistem em diferentes abordagens que permitem essa mudança de papéis entre professor e aluno. (Iahnke, 2014, Munhoz 2019, Buesa, 2023a).

Uma dessas técnicas é o Peer Instruction, também conhecido como instrução entre pares, que prioriza a interação dos estudantes para resolver um problema durante o processo de aprendizagem.

De acordo com (Manzur, Somer, 1997, p.6 como citado em Munhoz, 2019 e Buesa, 2023a, p.3) essa Metodologia foi criada pelo professor Eric Mazur da Universidade de Harvard na década de 1990, esse método tem se revelado uma ferramenta eficaz para o ensino, sobretudo no nível universitário.

As principais práticas dessa metodologia é promover uma aprendizagem ativa e colaborativa, estimular o desenvolvimento de habilidades de comunicação e trabalho em equipe, além de proporcionar uma compreensão mais profunda dos conteúdos estudados.

Desta forma, os estudantes mediante o uso constante de dispositivos móveis têm se tornado frequente, permitindo interações diárias com comunidades de interesse e redes sociais por meio de aplicativos como WhatsApp, Instagram e Facebook (Garcia, 2020 como citado em Buesa, 2023c, p.4).

O objetivo de aperfeiçoar o processo de aprendizagem do estudante, adotamos diferentes práticas que enriquecem a interação do professor com seu aluno. Os conteúdos podem ser cumpridos a partir de diferentes estratégias e uma delas é a instrução entre pares.

Sendo assim, diante desta gama de ferramentas disponibilizada, o propósito deste estudo é relatar as vivências de aplicação do Peer Instruction bem como parte das Metodologias Ativas de Aprendizagem.

Para isso, foi conduzida uma revisão sistemática da literatura para identificar outros relatos de experiência já publicados, a fim de destacar as principais contribuições desse método para o processo de ensino-aprendizagem.

Pensando nesse objeto de conhecimento, a estrutura deste documento é composta por esta introdução, onde são apresentados o contexto e o objetivo do paper; do referencial teórico que trata das metodologias ativas e, especificamente, o que é o Peer Instruction; como utilizar esta metodologia ativa em aulas presenciais e on line; e, por fim, das considerações finais.

2 Desenvolvimento – Metodologia Ativa

2.1 – Teoria e Prática da Metodologia Ativa

O tema metodologia ativa palco da plataforma @unoibrasil onde o discurso apresentado aborda a importância de repensar a educação em um contexto de cultura digital, destacando a necessidade de personalização e tecnologia na educação, a fim de preparar os alunos para um futuro em constante evolução. (Bacich, 2018)

Portanto, o docente do século XXI necessita aprender, ao menos um pouco, desse universo híbrido que assegura que seu trabalho seja feito tanto no meio físico/físico quanto no meio físico/virtual. (Souza, Bailão, & Veraszto, 2018 como citado em Buesa, 2023c, p.3)

 Bacich, (2018) discute a necessidade de repensar a organização das salas de aula, a avaliação e o papel do professor, enfatizando a importância de envolver os alunos na atuação de estudo e promover a autonomia, a criatividade e a colaboração.

A aprendizagem ativa, como abordada pela Bacich, (2018), envolve uma abordagem centrada no aluno, onde os estudantes são incentivados a participar ativamente na laboração de uma prática, onde se desenvolve habilidades como pensamento crítico, comunicação, colaboração e criatividade.

A abordagem centrada no aluno promove a participação empreendedora, a curiosidade e a eficácia prática do conhecimento, preparando os alunos para enfrentar desafios do mundo real de forma mais eficaz.

A tutoria entre pares começa antes da aula, quando os alunos são orientados a se familiarizarem com o conteúdo e aprenderem por conta própria. Porém, segundo (Buesa, 2023c, p. 4), o ensino entre pares ocorre após a compreensão do conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vygotsky.

Analisando a forma como as pessoas aprendem, descobriu que há competências que as pessoas adquirem de forma independente, outras que são adquiridas com a ajuda de terceiros e até algumas que não podem ser adquiridas nem sozinhas nem com ajuda externa. (Buesa, 2023c, p. 3).

Segundo, (Buesa, 2023c, p.4) “O papel do professor nesta situação é ajudar o aluno a aprender coisas que ele não conseguiria aprender sozinho”. Sendo assim, alguns dos pesquisadores e teóricos que contribuíram para o desenvolvimento da aprendizagem colaborativa incluem Lev Vygotsky, que enfatizou a notoriedade da interação social no desempenho dos estágios, e John Dewey, que defendeu a ideia de aprendizagem ativa e experiencial.

 Além disso, pesquisadores contemporâneos como David W. Johnson e Roger T. Johnson também são conhecidos por seus estudos e contribuições para a aprendizagem colaborativa.

A aprendizagem colaborativa é um método educacional em que os discentes trabalham juntos em grupos para atingir objetivos comuns de aprendizagem. Nesse processo, os estudantes colaboram, discutem ideias, compartilham conhecimento e habilidades, visando aprimorar a compreensão do conteúdo de forma coletiva. (Buesa, 2023b, p.8)

A aprendizagem colaborativa incentiva à interação entre os alunos promove a troca de experiências e perspectivas, e ajuda no desenvolvimento de habilidades sociais, cognitivas e emocionais. É uma abordagem que valoriza a quota ativa dos alunos no processo de aprendizagem e estimula a construção do conhecimento de forma conjunta. (Buesa, 2023b, p.9)

Destaca a proeminência da interação entre os alunos, aperfeiçoar a capacidade de aprendizagem. Dessa forma, o dinamismo que fortalece o ensino e aprendizagem não deve ser centralizado ao docente, mas aberto, concedendo as diversas formas de pensar sobre certa questão, uma pesquisa, um argumento, sobre a formatação de uma mensagem, sobre uma linguagem, etc. (Garcia, 2020 como citado em Buesa, 2023b, p.9)

Menciona a mudança no papel do professor, que agora atua como mediador e incentivador do potencial dos alunos. Também aborda a necessidade de ensinar os alunos a se organizar para facilitar o aprendizado.

 Além disso, ressalta a importância da colaboração e do envolvimento dos alunos, promovendo a troca de conhecimento e habilidades. A escola deve ensinar a pensar criticamente e adaptar o espaço da classe para promover a interação.

2.2 – Peer Instruction: Instrução entre Pares

Essa abordagem difere do modelo tradicional de ensino, no qual o professor desempenha um papel central na transmissão de conhecimento. Ao aplicar a prática pedagógica abordada pelo (a) professor (a) em sala, é possível promover a aprendizagem ativa em um conteúdo de física, por exemplo, através de atividades práticas e experimentais.

Ao invés de apenas apresentar teorias, o professor pode incentivar os estudantes a participarem de experiências práticas, como destacado por Buesa (2023d, p.5), que menciona que o ensino entre pares é uma alternativa para abordagens ativas, especialmente adequadas para aulas predominantemente teóricas. A seleção do conteúdo a ser ensinado dessa maneira deve ser feita com cautela, pois nem todos os tópicos podem ser adequadamente abordados dessa forma.

Mazur (1996, como citado em Munhoz, 2019), O autor do método descreve a Peer Instruction como uma abordagem ativa de ensino que visa promover a participação e o engajamento dos alunos, pois os encoraja a ler, refletir e analisar antes das aulas, similar ao conceito de sala de aula invertida.

Por exemplo, ao ensinar sobre as leis do movimento de Newton (Crouch, Mazur, 2001), (Pilzer, 2001), os alunos podem realizar experimentos simples para observar as leis em ação, discutir seus resultados e aplicar os conceitos aprendidos para resolver problemas do mundo real.

Dessa forma, a prática pedagógica baseada na aprendizagem ativa pode proporcionar uma compreensão mais profunda e significativa dos conceitos de física, ao mesmo tempo em que desenvolve habilidades essenciais para o sucesso dos alunos no mundo atual. (Maier, Keenan, 1994; Schmucker, Haseler, 2015; Buesa, 2023a)

A instrução entre pares é um procedimento educacional que visa aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos estudantes através da interação entre eles. Os objetivos principais dessa prática são promover uma aprendizagem ativa e colaborativa, estimular o desenvolvimento de habilidades de comunicação e trabalho em equipe, além de proporcionar uma compreensão mais profunda dos conteúdos estudados.

A Instrução entre Pares se inicia antes da aula, quando os estudantes recebem as indicações sobre uma temática que deve ser estudado, e estudam sozinhos. No dia da aula, o professor realiza uma exposição abreviada do conteúdo a ser exposto. (Buesa, 2023b, p.7)

Nesse método, os educandos são encorajados a discutir, compartilhar conhecimentos e resolver os problemas que mais lhe interessa, sendo ai uma diferença entre a metodologia ABP ao qual o aluno escolhe o que contribui para uma aprendizagem mais significativa e para o fortalecimento das relações interpessoais na classe. (Buesa, 2023b, p.9)

A Instrução entre Pares é uma estratégia educacional que envolve os alunos trabalhando em conjunto, frequentemente em pares, para alcançar objetivos de aprendizagem específicos. Nessa abordagem, os alunos assumem papéis ativos tanto como aprendizes quanto como professores, colaborando para a resolução de problemas, discussão de conceitos, revisão de materiais e elaboração de projetos. (Buesa, 2023b, p8)

A instrução entre pares promove a interação social, o engajamento dos educandos, o desenvolvimento de habilidades de comunicação e trabalho em equipe, e uma compreensão mais profunda dos conteúdos estudados. Promovendo a autonomia dos estudantes, aumentando a influência pedagógica visto que valoriza o papel do professor como mediador e guia. (Buesa, 2023b, p.8)

2.3 – Instrução entre Pares – Metodologia aplicada em Aulas presenciais

A metodologia de instrução entre pares pode ser organizada tanto em aulas presenciais quanto em aulas online, embora algumas adaptações possam ser necessárias para cada ambiente.

Na perspectiva de Peer Instruction, as aulas presenciais podem ser transformadas em ambientes de aprendizagem dinâmicos e interativos. Aqui estão algumas maneiras de aplicar o Peer Instruction em aulas presenciais:

Discussões em Duplas ou Grupos Pequenos: Divida os estudantes em pares ou grupos pequenos e forneça-lhes tarefas ou perguntas para discutir e resolver juntos. Os alunos podem trocar ideias, compartilhar conhecimentos e trabalhar em conjunto para alcançar uma compreensão mais profunda do conteúdo.

Atividades de Resolução de Problemas: Proponha problemas ou desafios para classe a fim de resolver em conjunto. Eles podem trabalhar colaborativamente para encontrar soluções, aplicar conceitos aprendidos e explicar seus raciocínios uns aos outros.

Estudos de Caso em Duplas: Peça aos alunos que analisem estudos de caso relevantes para o conteúdo da aula. Eles podem discutir as questões apresentadas no caso, compartilhar suas análises e chegar a conclusões em conjunto.

Feedback Entre Pares: Após a conclusão de uma tarefa ou atividade, os alunos podem fornecer feedback uns aos outros sobre seu desempenho. Isso pode incluir revisão de trabalhos escritos, apresentações orais ou projetos.

2.4 – Instrução entre Pares: Metodologia aplicada em Aulas virtuais

Nas aulas online, a perspectiva de Peer Instruction pode ser uma estratégia valiosa para promover a interação entre os estudantes e melhorar o engajamento e a compreensão do conteúdo. Aqui estão algumas maneiras de programar as aulas online:

Salas de Bate-Papo ou Fóruns de Discussão: Utilize ferramentas de comunicação síncrona, como salas de bate-papo ou videoconferências, concordar que os alunos utilizem essa ferramenta para discutirem e colaborem em tempo real.

Trabalho Colaborativo em Documentos Compartilhados: Os alunos podem colaborar em documentos compartilhados, como Google Docs, Canva, para realizar atividades de escrita, resolução de problemas ou análise de textos.

Fóruns de Discussão Online: Configure fóruns de discussão em plataformas de aprendizagem online, onde os alunos possam postar e responder a perguntas, compartilhar recursos e discutir conceitos.

Parceria de Estudo Virtual: Os alunos podem se emparelhar virtualmente para revisar materiais, discutir tópicos de estudo e fazer perguntas uns aos outros.

Sempre que um novo tópico é abordado, é necessário elaborar um relatório que documente o progresso individual de cada aluno. Isso resulta em um registro do desenvolvimento da turma como um todo, equivalente a uma avaliação contínua. (Buesa, 2023c, p.9)

Independentemente do ambiente de ensino, é importante fornecer orientação clara aos alunos sobre as expectativas, oferecer suporte durante as atividades e facilitar oportunidades para que toda a classe participe ativamente. Além disso, é fundamental criar um ambiente seguro e inclusivo que promova a colaboração e o respeito mútuo entre os educandos.

3 Considerações Finais

Este estudo explorou a dimensão da aprendizagem ativa centrada no aluno, destacando a relevância do Peer Instruction como uma abordagem que promove a interação entre os alunos, o compartilhamento de conhecimento e a resolução colaborativa de problemas. Ao longo do desenvolvimento deste trabalho, foi possível perceber que a Instrução entre Pares oferece uma oportunidade única para os discentes assumirem papéis ativos tanto como aprendizes quanto como professores, colaborando conjuntamente para a construção do conhecimento. Além disso, essa metodologia proporciona um ambiente propício para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, trabalho em equipe e pensamento crítico, fundamentais para o sucesso dos alunos no mundo contemporâneo.

É importante ressaltar que a aplicabilidade da Instrução entre Pares pode ocorrer tanto em ambientes presenciais quanto virtuais, exigindo adaptações adequadas a cada contexto. Nas aulas presenciais, as discussões em duplas ou grupos pequenos, atividades de resolução de problemas e estudos de caso em duplas são algumas das estratégias que são capazes de ser empregadas para possibilitar a interação e a cooperação entre os integrantes. Por outro lado, nas aulas virtuais, o uso de salas de bate-papo, trabalho colaborativo em documentos compartilhados e fóruns de discussão online oferecem oportunidades para a classe se engajar e colaborarem mesmo à distância.  Diante disso, fica evidente que a Instrução entre Pares não apenas enriquece o processo de ensino-aprendizagem, mas também contribui para o desenvolvimento de uma comunidade de aprendizagem colaborativa, onde os educandos se tornam o centro das atenções de seu próprio aprendizado. No entanto, para que essa metodologia seja efetivamente aplicada, é fundamental que os professores forneçam orientação clara, apoio adequado e criem um ambiente inclusivo que promova a participação de todos os alunos.

4 Referências Bibliográficas

Bacich, L. (2018). Metodologias ativas e ensino híbrido [Vídeo]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=fgqhapii1kk

Buesa, N. Y. (2023a). Aprendizagem baseada em problemas (ABP). Must University.

Buesa, N. Y. (2023b). Aprendizagem colaborativa. Must University.

Buesa, N. Y. (2023c). Metodologias ativas versus aprendizagem ativa. Must University.

Buesa, N. Y. (2023d). O ensino híbrido. Must University.

Chicon, P. M. M., Quaresma, C. R. T., & Garcês, S. B. B. (2018). Aplicação do método de ensino Peer Instruction para o ensino de lógica de programação com acadêmicos do curso de Ciência da Computação. https://www.upf.br/_uploads/Conteudo/senid/2018-artigos-completos/179081.pdf

Ferreira, E. D., & Moreira, F. K. (2017). Metodologias ativas de aprendizagem: Relatos de experiências no uso do Peer Instruction. https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/181135/102_00146.pdf

Garcia, M. S. S. (2020). Aprendizagem significativa e colaborativa. Contentus.

Iahnke, S. L. P., Botelho, S. S. C., & Ferreira, A. L. A. (2014). Colmeias: A integração das aprendizagens móvel e colaborativa para potencializar a aprendizagem significativa. Renote, 12(2).

Munhoz, A. S. (2019). Aprendizagem ativa via tecnologias. InterSaberes.

Como citar este texto (NBR 6023:2018 ABNT)

RODRIGUES, W. B. (ORCID 0000-0002-5060-7973) . Metodologia ativa: Instrução entre Pares ou Peer Instruction. Revista Di Fatto, Ciências Sociais Aplicadas, Educação, ISSN 2966-4527, DOI 10.5281/zenodo.18164339, Joinville-SC, ano 2026, n. 6, aprovado e publicado em 06/01/2026. Disponível em: https://revistadifatto.com.br/artigos/metodologia-ativa-instrucao-entre-pares-ou-peer-instruction/. Acesso em: 01/02/2026.